O Instituto Arte no Dique realiza no
dia 1º de maio, a partir das 16h, em sua sede (Rua Brigadeiro Faria Lima, 1349,
no Rádio Clube), o projeto ‘O Som das Palafitas’, que terá shows dos artistas
baianos Armandinho e Luiz Caldas, com abertura do grupo Quizumba Latina.
O
lançamento da programação, que tem entrada franca, ocorre no próximo dia 19, a
partir das 15h, no próprio Arte no Dique, com apresentação de vídeos dos
músicos baianos e intervenção musical do Coletivo Querô, grupo de percussão da
instituição.
O projeto ‘O som das Palafitas’, com
patrocínio do Porto de Santos, tem como objetivo reunir dois grandes nomes da
música brasileira com o objetivo de disseminar cultura e realizar inclusão
social por meio da música, aproximando a população em vulnerabilidade social da
arte.
Inicialmente estão programadas dez
edições – três delas em 2016. A programação será sempre divulgada no site
www.artenodique.org.
Armandinho
Armandinho é instrumentista, cantor e
compositor brasileiro nascido na Bahia. É filho de Osmar Macêdo (da dupla Dodô
e Osmar), músico e idealizador do trio elétrico. Tocou, em 1968, no programa ‘A
grande chance’, da TV Tupi, apresentado por Flávio Cavalcanti. Classificou-se
em 1º lugar na fase eliminatória e, no ano seguinte, foi contratado pela
emissora para gravar seu primeiro disco, um compacto duplo e posteriormente um
LP.
No final dos anos 70, formou o conjunto
A Cor do Som, que inicialmente serviu de banda de apoio a Moraes Moreira.
Armandinho deixou a banda em meados de 1981 para investir na carreira-solo e em
seu projeto com Dodô e Osmar.
Ao longo dos anos seguintes, deu
continuidade a seu trabalho instrumental, voltado para o choro e outros
gêneros, gravando e se apresentando ao lado de músicos como Moraes Moreira,
Pepeu Gomes, Caetano Veloso e Yamandú Costa, entre outros. Em 2005 voltou a se reunir com A Cor do
Som, gravando um disco acústico e realizando shows.
Luiz Caldas
Luiz Caldas começou cedo na música. Aos
7 anos de idade fez sua primeira apresentação e não parou mais. Muito talentoso,
ganhou espaço no cenário musical de Salvador apresentando-se no Circo Troca de
Segredos e tocando em agremiações de Carnaval. Com o disco ‘Magia’, mostrou
para o Brasil a força de seu som, batizado de Axé Music.
Criador dessa sonoridade híbrida, abriu
as portas para os artistas baianos que queriam seguir o mesmo caminho. A música
‘Fricote’, conhecida como ‘Nega do Cabelo Duro’, estourou nas rádios
brasileiras. Lançou 130 músicas, transitando entre o rock, forró, reggae, MPB,
samba, trio elétrico. Em 2011, trabalhou em mais 12 discos com canções
inéditas.
Recentemente iniciou um projeto que
disponibiliza músicas gratuitas lançadas mensalmente em seu site.
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