O Mapa
Cultural Paulista 2015, evento que visa fomentar a produção cultural e revelar
valores em vários segmentos artísticos, terá seis representantes de Santos na
fase eliminatória regional. O primeiro a se apresentar, na categoria Teatro, é
a companhia 'Os Bedéis', grupo formado na Escola de Artes Cênicas Wilson
Geraldo, que sobe ao palco do Palácio das Artes de Praia Grande (Av. Presidente
Costa e Silva, 1600) nesta sexta-feira (4), às 17h, para encenar a peça ‘Cordel
do Amor sem Fim’. O drama narra a história da caçula de três irmãs que, mesmo
noiva, se apaixona por um estrangeiro que desembarca no porto.
No dia 11, às 20h, é a vez da disputa
nas Artes Visuais. Nesse segmento, a mostra do fotógrafo Leandro Ayres, que já expôs
na Funarte, pelo Mapa Cultural de 2011, é a escolhida para representar o
Munícipio, também no Palácio das Artes.
Na área Coral e Música
Instrumental, o Milton Medusa Trio se apresenta no Teatro Procópio Ferreira, no
Guarujá, no próximo dia 12, às 20h. O trio composto pelo guitarrista Milton
Medusa, pelo baixista Rogério Duarte e pelo baterista Luis Pagoto, toca duas
músicas: a autoral 'Blues do Rock' e uma versão de 'Mania de Você', de Rita
Lee, em formato acústico.
Literatura
Na
categoria Literatura/Poema, a Cidade conta com dois representantes, que mostram
três trabalhos. A jornalista Vanessa Ratton concorre com a poesia 'Porto de
Santos, história viva!', que homenageia a Cidade por meio de seu porto.
Já Rui Otani Pereira
apresenta o conto 'Muquifo', que narra a história de um homem que decide morar
em um bairro miserável, encontrando lá um espaço para ser livre e autêntico, e
a crônica ‘O Cavalo’, na qual relata o linchamento do animal, enquanto faz uma
reflexão sobre a condição humana. As apresentações ocorrem no dia 19, às 20h,
no Forte São João, em Bertioga.
No mesmo
local, mas no dia 26, às 20h, acontece a mostra de Audiovisual. O representante
santista é o curta-metragem 'Anseios que Permeiam Meus Tempos de Paz'.
Roteirizado e dirigido por Eduardo Ferreira, o filme, inspirado no monólogo ‘Segismundo’, de
Pedro Calderón de La
barca, retrata o momento de indecisões de Daniel, que em tempos
de movimentos sociais e passeatas sente-se pressionado a fazer parte de algo
maior, mas fica desconfortável com as consequências que suas ações possam
causar a sua vida estável e segura.
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